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Conheça 30 Mulheres que Marcaram a Nossa História

Em comemoração ao dia internacional da mulher, que tal conhecer 30 mulheres que fizeram história e deixaram diversos legados na sociedade que perduram até os dias atuais? Foram inúmeras cientistas, guerreiras, ativistas, militantes, escritoras, artistas e políticas que lutaram, de forma direta ou indireta, por um maior reconhecimento da mulher na sociedade.

Feliz dia internacional da Mulher!

Celina Guimarães Vianna

Celina Guimarães Viana foi a primeira eleitora do Brasil. Para isso, ela fez um requerimento se baseando em uma lei recém-promulgada no Rio Grande do Norte, que enunciava: “No Rio Grande do Norte, poderão votar e ser votados, sem distinção de sexos, todos os cidadãos que reunirem as condições exigidas por lei”.Ao votar em 5 de abril de 1928, na cidade de Mossoró, ela se torna a primeira mulher brasileira a fazê-lo.

Celina Guimarães Viana foi a primeira eleitora do Brasil. Para isso, ela fez um requerimento se baseando em uma lei recém-promulgada no Rio Grande do Norte, que enunciava: “No Rio Grande do Norte, poderão votar e ser votados, sem distinção de sexos, todos os cidadãos que reunirem as condições exigidas por lei”.

Ao votar em 5 de abril de 1928, na cidade de Mossoró, ela se torna a primeira mulher brasileira a fazê-lo.

Maria da Penha

Por trás de um nome simples está uma das mulheres mais importantes da história recente do Brasil. Maria da Penha Maia Fernandes é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres e vítima de violência doméstica — ficou paraplégica ao levar um tiro do marido enquanto dormia.O nome dela virou Lei em 2006, estabelecendo o aumento das punições às agressões contra a mulher e uma série de medidas para proteger a integridade física e psicológica de mulheres vítimas de violência.
Por trás de um nome simples está uma das mulheres mais importantes da história recente do Brasil. Maria da Penha Maia Fernandes é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres e vítima de violência doméstica — ficou paraplégica ao levar um tiro do marido enquanto dormia.
O nome dela virou Lei em 2006, estabelecendo o aumento das punições às agressões contra a mulher e uma série de medidas para proteger a integridade física e psicológica de mulheres vítimas de violência.

Tarsila do Amaral

Instagram/tarsiladoamaraloficial

Ela é autora da pintura brasileira mais valorizada da história, o Abaporu (que ultrapassa os US$ 2,5 milhões). Tarsila é um dos nomes centrais da primeira fase do modernismo artístico no Brasil e foi uma das responsáveis pela organização da revolucionária Semana da Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo.

Anita Garibaldi

Youtube/Valestap

Ana Maria de Jesus Ribeiro (mais conhecida como Anita Garibaldi) foi uma revolucionária que entrou pra história por seu envolvimento direto na Revolução Farroupilha e no processo de unificação da Itália. Intitulada como “a heroína dos dois mundos”, Anita nasceu em Santa Catarina e lá casou-se com o guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi, com quem lutou na Revolução Farroupilha (aqui no Brasil) e contra a invasão do exército austro-húngaro (na Itália). Teve cinco filhos, mas nunca deixou de lado os fronts de batalha, mesmo enquanto estava grávida.

Maria Lenk

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Tida como uma das grandes heroínas do esporte nacional, ela foi a primeira mulher sul-americana a competir nos Jogos Olímpicos, em Los Angeles, no ano de 1932. Também foi a primeira brasileira a estabelecer um recorde mundial na natação e a única a figurar no International Swimming Hall of Fame, na Flórida.

Nisia Floresta

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Outra precursora do feminismo no Brasil, ela é autora do mítico livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”, escrito em 1832. Esta é considerada a primeira obra feminista do Brasil! Ela também escreveu importantes livros em defesa dos índios e da abolição da escravatura. Nísia nasceu no Rio Grande do Norte, mas viajou o país defendendo a alfabetização das mulheres e chegou a fundar colégios para meninas no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul.

Leolinda Daltro

A baiana Leolinda Daltro é precursora do feminismo no Brasil no século 19. Engajada na causa indigenista, separou-se do marido e viajou pelo interior do Brasil pregando a integração das populações indígenas por meio da educação laica. Foi escorraçada de Uberada, em MG, aos gritos de

A baiana Leolinda Daltro é precursora do feminismo no Brasil no século 19. Engajada na causa indigenista, separou-se do marido e viajou pelo interior do Brasil pregando a integração das populações indígenas por meio da educação laica. Foi escorraçada de Uberada, em Minas Gerais, aos gritos de “mulher do diabo”.

Quando teve seu alistamento eleitoral negado, fundou o Partido Republicano Feminino. O objetivo era mobilizar as mulheres pelo direito ao voto. Morreu em um acidente automobilístico em 1935.

Seu obituário publicado na revista ‘Mulher’, editada pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, assinala que Leolinda “teve que lutar contra a pior das armas de que se serviam os adversários da mulher: o ridículo”.

Zilda Arns Neumann

Zilda Arns Neumann foi uma médica pediatra e sanitarista brasileira, indicada várias vezes pelo governo brasileiro ao prêmio Nobel da Paz. Morreu, aos 75 anos, no terremoto do Haiti em 2010.Fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, organismo que tem como objetivo a promoção do desenvolvimento integral de crianças entre 0 e seis anos de idade, Zilda ajudou a derrubar a mortalidade infantil, no Brasil, de 62 por mil (na década de 80) para 20 por mil.

Zilda Arns Neumann foi uma médica pediatra e sanitarista brasileira, indicada várias vezes pelo governo brasileiro ao prêmio Nobel da Paz. Morreu, aos 75 anos, no terremoto do Haiti em 2010.

Fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, organismo que tem como objetivo a promoção do desenvolvimento integral de crianças entre 0 e seis anos de idade, Zilda ajudou a derrubar a mortalidade infantil, no Brasil, de 62 por mil (na década de 80) para 20 por mil.

Confira mais:

Sarla Thakral, a primeira indiana a conquistar uma licença para pilotar – 1936

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Marie Curie, primeira mulher a ser laureada com um Prémio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes.

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Kathrine Switzer, a primeira mulher a correr a Maratona de Boston (mesmo após tentar ser impedida pelos organizadores) – 1967

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Maud Wagner, a primeira tatuadora dos Estados Unidos – 1907

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Annette Kellerman, presa por indecência após usar esta roupa de banho em público – 1907

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O primeiro time de basquete feminino do Smith College (EUA) – 1902

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Margaret Hamilton , líder de engenharia de software do Projeto Apollo, ao lado do código que ela escreveu à mão e que foi usado para levar a humanidade à lua – 1969

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Samurai mulher – últimas décadas de 1800

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Annie Lumpkins, ativista pelo voto feminino nos EUA – 1961

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Marina Ginesta, militante comunista e participante da Guerra Civil Espanhola – 1936

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Anne Fisher, a primeira mãe a ir para o espaço – 1980

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Elspeth Beard, mulher que tentou ser a primeira inglesa a fazer a volta ao mundo de moto – 1980

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Mulheres usam shorts curtos pela primeira vez em Toronto, no Canadá – 1937

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Winnie the Welder, uma das 2 mil mulheres que trabalharam em navios durante a Segunda Guerra Mundial– 1943

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Jeanne Manford, que apoiou seu filho gay durante passeatas pelos direitos dos homossexuais – 1972

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Sabiha Gökçen, turca que se tornou a primeira pilota de caça – 1937

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Ellen O’Neal, uma das primeiras skatistas profissionais – 1976

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Gertrude Ederle, a primeira mulher a cruzar o Canal da Mancha a nado – 1926

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Amelia Earhart, a primeira mulher a voar o Oceano Atlântico – 1928

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Leola N. King, a primeira guarda de trânsito dos EUA – 1918

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Erika, húngara de 15 anos que lutou contra a União Soviética – 1956

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Bônus:

Malala Yousafzai, ativista paquistanesa e a pessoa mais nova a ser laureada com um prêmio Nobel.

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Rosalind Frankli, química britânica que contribuiu para a entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.

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Valentina Tereshkova, primeira mulher a viajar para o espaço, em 1963, na missão Vostok VI.

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Anne Frank, adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto que se tornou uma das figuras mais discutidas do século XX após a publicação do Diário de Anne Frank.

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Referências:
tse.jus.br
pt.wikipedia.org
https://mdemulher.abril.com.br
https://www.tudointeressante.com.br
http://www.hypeness.com.br

6 comentários em “Conheça 30 Mulheres que Marcaram a Nossa História

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